RS escravo do BraZil

Assim como no passado se usou a força de trabalho dos negros, trazidos da África para serem escravos nas plantações de café e cana-de-açúcar, assim como se dizimou a população indígena com as “entradas e bandeiras” para explorar o ouro e as demais riquezas naturais, hoje o BraZil se mantém principalmente graças à produção da agricultura e pecuária.

 O ridículo crescimento econômico brasileiro, menor que de todos os demais países da América Latina, só se dá graças ao setor primário, pois a indústria vem sendo sucateada há anos.

Atualmente o Rio Grande do Sul, que outrora foi invadido pelo BraZil e forçado a fazer parte deste “país” (diga-se de passagem sem nenhuma identidade cultural) remete para a União mais de 60% de tudo o que produz. E os recursos não voltam, mas são enviados quase que exclusivamente para “desenvolver” o Norte e o Nordeste.

Até quando os gaúchos vão aguentar isso? Por muuuito menos (mas muito menos mesmo, pois a sobrecarga sobre o RS era bem menor), outrora nossos antepassados fizeram a Revolução Farroupilha. Mas parece que atualmente o povo se acomodou e se entregou aos políticos vendidos, que ganham com a situação. Muitos esqueceram (e nem as escolas ensinam mais) o ideal de Sepé Tiarajú, herói índio, gaúcho, que momentos antes de morrer assassinado pelas mãos dos invasores brasileiros gritou: “Esta terra tem dono!”.