Projeto Usina Gravitacional

A proposta visa construir uma usina para obtenção de energia elétrica através da exploração da lei da gravidade.

A ideia surgiu de uma experiência simples e conhecida (figura à direita):
1. Segure duas barras de mesmo peso (podem ser duas vassouras, por exemplo), uma em cada mão, sendo uma na vertical e outra na horizontal, com ambos os braços estendidos;
2. Observe que sentirá maior força sendo exercida no braço em que estiver segurando a barra na horizontal. Se esta for muito pesada, talvez tu até caias para este lado!

Isso ocorre porque, na horizontal, a barra tem maior superfície atingida pela lei da gravidade, mudando seu eixo de apoio.

Assim, se pudermos construir um sistema em que uma mesma massa possa descer com mais força do que subir, teremos criado um motor que seja impulsionado pela gravidade. Isso seria, sem dúvida, uma alternativa viável para a construção de usinas para a produção de eletricidade a partir de uma energia limpa.


A imagem ao lado ilustra a ideia, onde:
1. Duas rodas (preto) são unidas por uma correia (vermelho);
2. Na correia são fixadas placas que sobem na posição vertical (lado esquerdo) e, ao descerem (lado direito), são fixadas por dobradiças (verde) que travam na posição 90º, fazendo descerem na horizontal.

O movimento se torna contínuo, usando apenas a força da gravidade como energia para o movimento do motor que irá impulsionar os geradores de eletricidade.

(Outra possibilidade seria construir placas que fossem maleáveis apenas para um dos lados, formadas por pequenas outras placas que se encaixam, melhorando a aerodinâmica.)

Em tempo: sabemos que as placas, ao estarem na horizontal, mantêm o mesmo peso que na vertical, pois a massa não muda, mas o eixo é deslocado para fora, aplicando maior força no seu ponto de apoio (no caso, a correia). O efeito é um movimento contínuo que faz as rodas girarem permanentemente.


Comprovando a teoria...

Veja à direita a imagem da experiência realizada com dois palitos de madeira, com mesmo peso e comprimento – um preso na vertical e outro na horizontal:

Note que houve desequilíbrio no eixo de apoio, fazendo com que um deles (horizontal) caísse e outro (vertical) subisse.

Importante observar que os palitos estavam fixos, presos por prendedores de roupa. Talvez se houvesse maior mobilidade, para que um deles permanecesse na posição vertical durante toda experiência, provavelmente o desequilíbrio seria ainda maior.