Camiseta Patria Gaucha





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A origem do povo gaúcho

APRENDAMOS, de uma vez por todas... Gaúcho não é brasileiro!
Já fomos um único povo, uma única nação, que foi invadida pelo BraZil, mas nunca fomos brasileiros.
Vejam a verdadeira origem do Povo Gaúcho!











Por que gaúchos são bairristas

Uma pergunta que nos deparamos sempre que encontramos gente de fora do Rio Grande do Sul é: “- Por que os gaúchos são tão bairristas?”. Seja na diferença do modo de falar, seja na defesa do seu Estado (que os gaúchos chamam de País, Querência, ou Pátria Gaúcha), seja nos costumes – como o chimarrão, levado para qualquer outro lugar aonde se vá. Mesmo o Brasil sendo um país de dimensões continentais, podemos ver alguns pontos comuns entre diversos estados, mas não no RS, que tem uma diferença evidente, uma característica fundamental ímpar. As razões disso são de fundo histórico e cultural, e ficam claras ao observarmos a bandeira do RS, ou ao darmos uma breve atenção à história da formação do RS...

O RS, ao contrário de outros estados brasileiros, não nasceu no Brasil, mas foi invadido pelo Brasil, e tem uma outra história que a História do Brasil não conta (propositadamente, é claro!). E aos que pensam ser um fato historicamente antigo e ultrapassado, cabe ressaltar que a Revolução Farroupilha terminou em 1845 (há apenas 167 anos), com a invasão militar por parte do Brasil Império e a anexação forçada da República Rio-Grandense (o país dos gaúchos).

Mas nenhuma invasão de um país a outro conseguiu destruir a cultura de um povo. E mesmo que demorasse anos, décadas, ou mesmo séculos, isso sempre acentuou diferenças que culminaram na luta pela libertação e na independência do país invadido. Assim, os judeus foram escravos no Egito, conquistaram a liberdade, depois perderam sua terra, viveram espalhados pelo mundo e reconquistaram Israel. O Império Romano, que dominou o mundo inteiro, também acabou, assim como todos os outros. Um exemplo recente foi a queda do regime comunista no Leste Europeu e o fim da ex-União Soviética, que libertou vários países (e uma semana antes do ocorrido, ninguém esperava que fosse possível acontecer). Mais recente ainda vem sendo o levante conhecido como Primavera Árabe, que já derrubou ditaduras na África (como Egito e Lybia) e continua abalando países do Oriente Médio, na Ásia (como a Syria).

Quando vemos surgir uma nova onda tradicionalista no RS, com o sucesso de cantores e grupos musicais nativos cantando a defesa da terra gaúcha e dos costumes, quando assistimos ao “boom” de sites e perfis nas redes sociais da internet, com cunho claramente separatistas, ou mesmo quando vemos as torcidas de times do RS vaiando o hino nacional brasileiro nos estádios de futebol e cantando o Hino do Rio Grande do Sul de forma vigorosa (e exacerbada), isso não ocorre por acaso. É a manifestação do sentimento gaúcho trancado na garganta do povo, que clama por uma liberdade que lhe foi tirada.

Mesmo que a separação do RS, ou a independência da República Rio-Grandense, não esteja hoje na pauta política do país, ela não morreu. Está viva no sentimento e no desejo de todo um povo; e a cada situação propícia se renova, seja no aumento da carga tributária e na centralização política de Brasília, para onde os gaúchos enviam mais de 60% dos seus impostos (e recebem de volta um percentual muito pequeno disso), seja na discriminação por parte da mídia brasileira (que considera racismo qualquer preconceito contra nordestinos, mas promove piadas contra gaúchos – chamados de “veados” – em horário nobre de televisão).

Portanto, podemos ter certeza de que chegará o momento certo, quanto os gaúchos também vão reconquistar a sua liberdade, com a independência da República Rio-Grandense.

RS escravo do BraZil

Assim como no passado se usou a força de trabalho dos negros, trazidos da África para serem escravos nas plantações de café e cana-de-açúcar, assim como se dizimou a população indígena com as “entradas e bandeiras” para explorar o ouro e as demais riquezas naturais, hoje o BraZil se mantém principalmente graças à produção da agricultura e pecuária.

 O ridículo crescimento econômico brasileiro, menor que de todos os demais países da América Latina, só se dá graças ao setor primário, pois a indústria vem sendo sucateada há anos.

Atualmente o Rio Grande do Sul, que outrora foi invadido pelo BraZil e forçado a fazer parte deste “país” (diga-se de passagem sem nenhuma identidade cultural) remete para a União mais de 60% de tudo o que produz. E os recursos não voltam, mas são enviados quase que exclusivamente para “desenvolver” o Norte e o Nordeste.

Até quando os gaúchos vão aguentar isso? Por muuuito menos (mas muito menos mesmo, pois a sobrecarga sobre o RS era bem menor), outrora nossos antepassados fizeram a Revolução Farroupilha. Mas parece que atualmente o povo se acomodou e se entregou aos políticos vendidos, que ganham com a situação. Muitos esqueceram (e nem as escolas ensinam mais) o ideal de Sepé Tiarajú, herói índio, gaúcho, que momentos antes de morrer assassinado pelas mãos dos invasores brasileiros gritou: “Esta terra tem dono!”.